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Eleitoral

MPF e Ministério Público de Sergipe capacitam integrantes para os desafios das Eleições 2026

Evento destacou o papel preventivo do Ministério Público e o enfrentamento ao uso ilícito de novas tecnologias no pleito

Data: 07/04/2026 • 13:12 Unidade: Procuradoria da República em Sergipe
Seis homens vestidos com trajes formais (ternos e paletós) estão em pé, lado a lado, em uma sala de conferências. O homem ao centro fala ao microfone. Ao fundo, uma tela de projeção exibe o título "Plano de Capacitação 2026", o logotipo da ESMP e um QR Code. O ambiente é iluminado e possui paredes claras.

Foto: Eric Almeida/MPSE

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Sergipe (MPSE) realizaram, em 30 de março, o módulo inaugural do VI Curso de Direito Eleitoral: Eleições 2026. O treinamento, ocorrido na Escola Superior do Ministério Público (ESMP), em Aracaju (SE), reuniu membros, servidores e estagiários das instituições com o objetivo de alinhar estratégias e atualizar o corpo técnico sobre os desafios jurídicos e práticos da próxima disputa eleitoral.

O destaque da abertura foi a participação do procurador regional eleitoral em Sergipe, Rômulo Almeida, que ministrou a palestra “O Papel Institucional do Ministério Público Eleitoral nas Eleições Gerais 2026”. Durante sua exposição, o procurador enfatizou a importância de uma atuação proativa, fundamentada no que classificou como o “DNA operacional” da instituição: a prevenção.

“A atuação preventiva do Ministério Público Eleitoral é o que assegura a paridade e a normalidade democrática antes mesmo que o dano se consolide”, destacou o procurador regional eleitoral. “Em 2026, nossa vigilância será redobrada quanto ao uso de tecnologias como a inteligência artificial. Em caso de representações ao MP Eleitoral, o candidato terá o ônus de provar a licitude de conteúdos sintéticos”, acrescentou.

Investigação e tecnologia – A programação contou também com especialistas da Polícia Federal. O delegado Diego Dantas Santos apresentou casos práticos de investigações eleitorais, enquanto o delegado Márcio Gomes Silva abordou a preservação da cadeia de custódia da prova digital, elemento essencial para a validade de processos que envolvem crimes em ambientes virtuais.

O encerramento do módulo foi conduzido pelo perito criminal federal Sílvio Márcio Santos, que detalhou técnicas de perícia em redes sociais e identificação de desinformação. O curso terá continuidade no dia 17 de abril, abordando temas complementares à fiscalização do processo eleitoral e integridade das candidaturas.

Com informações do MPSE

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