Procuradoria da República no Acre
A Procuradoria da República no Acre (PR/AC) teve parte de sua história perdida por falta de registros anteriores à década de 1960. A documentação passa a existir de forma mais consistente após 1962, quando o Acre se tornou Estado, e 1967, com a instalação da Justiça Federal. Desde então, a atuação do MPF no estado foi consolidada e registrada.
A partir dos anos 1960, a Procuradoria contou com procuradores substitutos indicados pela PGR, como Garibaldi Carneiro Brasil, seguido por Jersey Nazareno de Brito Nunes e Edmar Azevedo Monteiro. Um marco importante ocorreu em 1979, com a conquista do status de Unidade Gestora, permitindo acesso direto a recursos financeiros.
A PR/AC enfrentou por décadas problemas de infraestrutura, funcionando em locais provisórios até adquirir sede própria, utilizada até 2015, quando passou a ocupar a sede atual no Centro Judiciário Federal, em Rio Branco. A partir dos anos 1980, iniciaram-se as contratações por concurso público, e a chefia da unidade foi exercida por diversos procuradores ao longo do tempo.
Entre 1998 e 1999, a Procuradoria enfrentou instabilidade devido a questões de segurança no estado, o que levou à atuação temporária de procuradores. A situação se normalizou em 1999, com a chegada de Marcus Vinicius Aguiar Macedo.
Atualmente, a unidade é chefiada por Ricardo Alexandre Lagos e conta com os procuradores Fernando José Piazenski, Vitor Hugo Teodoro, Luciana de Miguel Cardoso Bogo e Joel Bogo. Entre os avanços recentes, destacam-se a expansão do quadro funcional, com cerca de 75 servidores e 20 estagiários, e o aumento do número de procuradores.