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Comunidades Tradicionais

Universidade Federal de Sergipe garante secretaria presencial para curso de educação quilombola após atuação do MPF

Atendimento presencial será implantado ainda este semestre; demandas de inclusão e infraestrutura também foram pactuada

Data: 30/05/2025 • 17:35 Unidade: Procuradoria da República em Sergipe
Imagem mostra uma reunião com seis pessoas em uma sala corporativa. Três mulheres e um homem estão de um lado da mesa, duas pessoas, ambos homens, do outro. À esquerda, uma parede azul com o logotipo da UFS (Universidade Federal de Sergipe). Há documentos, celulares e chaves sobre a mesa. Ao fundo, vê-se um mapa do Brasil, um monitor de TV desligado e aparelhos de ar-condicionado. O ambiente é moderno, com piso de madeira clara e cadeiras giratórias marrons.

Após atuação do Ministério Público Federal (MPF), a Universidade Federal de Sergipe (UFS) se comprometeu a instalar e implantar uma secretaria com atendimento presencial para o curso de licenciatura em educação escolar quilombola no campus de Itabaiana, incluindo a designação de um funcionário terceirizado para o serviço até 6 de junho.

A medida foi acordada em reunião realizada na última terça-feira (27), na reitoria da UFS, com a presença da coordenadora de ações afirmativas Tereza Cristina Martim, da vice-reitora da universidade, Silvana Bretas, e do reitor, André Maurício de Souza.

Equidade – Na mesma reunião, a vice-reitora Silvana Bretas informou ao MPF que docentes e alunos de educação especial inclusiva também reivindicam espaço e servidor terceirizado para a secretaria, com exigência de acessibilidade. Sobre essa demanda, UFS e MPF acordaram que, na licitação para serviços terceirizados que está em andamento na universidade, seja incluído o serviço para implantação desta secretaria. Ficou acordada também a implantação da secretaria em local acessível, no térreo.

Movimento social – As demandas referentes ao curso de licenciatura em educação escolar quilombola no campus de Itabaiana foram apresentadas ao MPF em duas reuniões, ao longo do mês de maio, por representantes da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas e do Movimento dos Trabalhadores Unificados Urbanos.

O curso começou a funcionar em março deste ano e faz parte do Parfor Equidade, iniciativa realizada no âmbito do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, gerido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.

Leia aqui a íntegra da ata de reunião.

 

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