Histórico de campanhas
Esta página reúne o histórico dessas iniciativas, servindo como um acervo público da comunicação institucional do órgão. Aqui é possível resgatar as principais peças, mensagens e mobilizações que marcaram a atuação do MPF na defesa da Constituição, dos direitos dos cidadãos e dos interesses da sociedade brasileira.
Povos que escutam a terra
O ano de 2025 no Brasil foi marcado pelo evento mundial da COP30 na cidade de Belém/Pará. A campanha “Povos que escutam a Terra” foi a primeira abordagem da temática Adaptação Climática, com o objetivo de trazer a ideia de que o MPF é o responsável por assegurar os direitos dos povos originários e de seus territórios serem protegidos, garantindo um meio ambiente equilibrado sem a interferência de fenômenos climáticos desconhecidos.
O MPF esteve presente no Acampamento Terra Livre (ATL) com um espaço para a escuta e com um painel para que os participantes escrevessem seus pedidos.
Indígenas no Plural
Em abril de 2024, a campanha “Indígenas no Plural” foi lançada para valorizar a identidade cultural dos povos originários brasileiros, mostrar os indígenas em sua diversidade (para além dos estereótipos e preconceitos) e esclarecer o público sobre os direitos dessa população. Um manifesto e uma série de vídeos com diferentes personalidades indígenas fizeram parte da campanha.
A campanha “Indígenas no Plural” também esteve presente no Acampamento Terra Livre (ATL) com um espaço de debate entre indígenas e procuradores.
MPF em defesa da sociedade
Lançada em 2022, apresentou as áreas de atuação do MPF: direitos sociais, fiscalização de atos administrativos, meio ambiente, patrimônio cultural, combate à corrupção e cooperação internacional. Com uma linguagem simples e por meio de colagens e ilustrações marcantes do artista SILVA, as peças foram veiculadas nas redes sociais do MPF com a publicação de vídeos e posts sobre os temas.
Ser Diferente é Legal
Lançada em 12 de agosto de 2021, no Dia Nacional dos Direitos Humanos, a campanha “Ser diferente é legal” discutiu o respeito às diferenças e fomentou a cultura de paz e tolerância. As redes sociais do Ministério Público Federal foram o veículo para combater o preconceito e o discurso de ódio.
A iniciativa teve a parceria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU).
Conte com a gente
Lançada em 2019 com o objetivo de aproximar a instituição dos cidadãos, a campanha mostrou à sociedade que a atuação do MPF ia além da esfera criminal e do combate à corrupção. De forma didática, as peças apresentaram as atribuições do órgão na defesa de garantias fundamentais, como educação, direito do consumidor, pessoas com deficiência, mulheres e povos indígenas.