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Amazonas

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Esta seção apresenta entrevistas realizadas com personagens que guardam na memória questões relacionadas ao funcionamento do MPF, suas histórias e acontecimentos marcantes. Periodicamente, novas vozes vão ampliar a seção Memória oral. São procuradores, ex-procuradores, servidores da ativa e aposentados com boas histórias para contar.

"A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo" Eduardo Galeano

Carlos Alberto Vilhena
Procurador federal dos Direitos do Cidadão

Subprocurador da República Carlos Vilhena

"A minha palavra é de incentivo de coragem, de fé, de esperança, de que todo esse momento que vivemos vai passar e que a gente vai voltar a uma vida que, se não for a normal, como era antes, que seja o novo normal, mas que seja uma vida mais alegre, onde a gente possa olhar pras pessoas e ver o sorriso estampado no rosto e não coberto por uma máscara"

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Alexandre Jabur
Procurador da República

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"Estou saindo da Procuradoria numa situação melhor do que quando entrei, em termos de tudo – de clima, de cultura, de perspectiva. [...] Saio porque acho que é importante para o meu desenvolvimento, para eu me aproximar da minha família de São Paulo... Mas é algo que, se eu pudesse levar comigo, eu levaria"

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Julio José Araujo Junior
Procurador da República

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"Há a necessidade de você entender a realidade e interferir nela. Acelerar estes processos para poder dar respostas e garantir transformações. A intensidade da minha vivência aqui no Amazonas tem um pouco a ver com isso. Não se pode esperar o amanhã. Há muita coisa acontecendo e muita gente se omite. E o Ministério Público Federal é um porto seguro para fazer este enfrentamento"

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Victor Riccely Lins Santos
Procurador da República

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"É muito gratificante perceber que a nossa atuação pode ter um caráter transformador, emancipatório, de modo a impedir que erros se repitam, e talvez isso seja a principal função de controle da Instituição: impedir condutas equivocadas. Não só punir, mais que punir, impedir que aquilo se repita e que tanto a população quanto as instituições compreendam o seu papel dentro do processo democrático"

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Carlos Frederico Santos
Subprocurador-geral da República

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"O Brasil ainda é um país de terceiro mundo, um país pobre. Como todo país de terceiro mundo, é carente de políticas públicas dirigidas a determinados grupos. E os indígenas do Brasil são um dos grupos que mais sofrem com a ausência de políticas públicas relativas à saúde, educação, segurança, demarcação de terras. O massacre do Capacete é um exemplo disso, pois nasceu da falta de políticas públicas dirigidas para a demarcação de terras indígenas"

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Ana Borges Coelho Santos
Subprocuradora-geral da República

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"Quando cheguei na Procuradoria em 1989, éramos dois procuradores e com atribuições gigantescas, inclusive nesse panorama de uma Constituição nova. Não dava nem tempo de buscar o que fazer. Nós tínhamos uma quantidade imensa de demanda. Demanda, inclusive, reprimida. Novas funções, ação civil pública com um panorama maravilhoso de perspectiva para a nação"

 

 

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Edmilson da Costa Barreiros Júnior
Procurador da República

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"Idealizamos o projeto do Memorial com muito carinho para não perder a memória oral das pessoas importantes que passaram por aqui e lembrar que a instituição não é feita somente de regras, missões, de recursos materiais... Tudo isso é muito importante, mas ela é feita de pessoas e essas pessoas precisam ser valorizadas e seus atos de bons serviços pelo MPF e pela sociedade registrados"

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Farides Lucas Camilo Suano
Servidora aposentada

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"Em 1995, comecei a integrar os quadros do Ministério Público Federal como bibliotecária, aqui em Manaus. Na época, não existia biblioteca, o que nós tínhamos lá era Coordenadoria de Documentação e Informação Jurídica, onde o foco principal era a informática. (…) O trabalho de pesquisa e jurisprudência era feito na biblioteca"

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Maria Alba de Oliveira Alves Cativo
Servidora aposentada

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"Eu era jovem quando ingressei no MPF/AM, estava com 21 anos e a maioria das pessoas que já trabalhavam lá estavam prestes a aposentar. Houve muito conflito na época, no início do trabalho, mas eu fui me adaptando aos poucos. Comecei como datilógrafa e alguns meses depois fui convidada a trabalhar no setor financeiro"


 

 

 

 

 

 

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Maria Dulcimar Salles da Costa Ramos
Servidora aposentada

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"Eu era estatutária e trabalhava nos Correios, que havia passado a ser empresa regida pelas leis trabalhistas. Foi quando fui requisitada para trabalhar na Procuradoria, pelo Dr. Osmar Pedrosa. A Procuradoria nessa altura não tinha quadro de funcionários e, após alguns anos, veio a autorização. Foi quando ele me chamou e pediu que identificasse alguns funcionários dos Correios pra ir pra lá"

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Sérgio Lauria Ferreira
Procurador regional da República

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"As ações do MPF em relação aos naufrágios não eram apenas uma petição lógica, consistentes juridicamente. Elas tinham que chegar ao Judiciário molhadas de sangue, de lágrimas. Elas tinham que demonstrar que o Ministério Público não estava atuando por uma vaidade particular, ele estava atuando em nome de uma população, com uma causa legítima"

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Sérgio Roberto Martins Verçosa
Promotor de Justiça

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"Desde o início aqui na Procuradoria sempre fui um dos componentes das comissões de licitação. Participei praticamente de todas as licitações entre os anos de 1984 a 1994. Uma das grandes lições que eu levei da Procuradoria foi que ela me ensinou a me reinventar. Eu tive que me reinventar pra ser Chefe de Gabinete, pra ser Coordenador de Informática e para ser Assessor Jurídico"

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Wallace de Oliveira Bastos
Subprocurador-geral da República aposentado

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"A questão fundamental era a falta de pessoal. A questão primária era essa. Em seguida, outras atividades de coexistência, de convivência com a Justiça no ambiente da Justiça, e não em um ambiente nosso com as nossas instalações, como graças a Deus nós temos hoje aqui as melhores no momento"

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