Ferramentas Pessoais

Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

error while rendering plone.global_sections

Caso Lava Jato (Old)

  • MPF nas redes sociais  
  • Facebook
  • Flickr
  • Twitter
  • YouTube
  • Instagram

Linha do tempo

19/02/2019

60.ª fase - Ad Infinitum

Operação deflagrada a pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná, cumpriu mandados de busca em diversos endereços ligados a Paulo Vieira de Souza e a Aloysio Nunes Ferreira Filho, ex-chanceler do governo Temer. A operação aprofunda a investigação de um complexo esquema de lavagem de dinheiro de corrupção praticada pela Odebrecht, que envolveu os operadores Paulo Vieira de Souza (conhecido como Paulo Preto), Rodrigo Tacla Duran, Adir Assad e Álvaro Novis, que mantiveram relações pelo menos entre 2007 e 2017. As transações investigadas superam R$ 130 milhões, valor que correspondia ao saldo de contas controladas por Paulo Preto na Suíça no início de 2017.

1 prisões

12 buscas e apreensões

31/01/2019

59.ª fase - Quinto Ano

Esta fase da operação apura o pagamento de propinas pelo Grupo Estre em contratos de serviços na área ambiental, reabilitação de dutos e construção naval. São investigados 36 contratos que totalizaram, entre 2008 e 2017, mais de R$ 682 milhões, assim como pagamentos ilícitos superiores a R$ 22 milhões.. Entre os alvos desta fase estão Wilson Quintella Filho, acionista e ex-presidente de empresas do Grupo Estre, o executivo Antonio Kanji Hoshiwaka e o advogado Mauro de Morais.

3 prisões

16 buscas e apreensões

25/01/2019

58.ª fase - Piloto II

A pedido da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, a 23ª Vara Federal de Curitiba expediu e a Polícia Federal cumpriu, mandados de prisão preventiva e de buscas e apreensões contra o ex-governador Beto Richa e do seu contador, Dirceu Pupo Ferreira. De acordo com as investigações, o ex-governador Beto Richa foi beneficiário de, pelo menos, R$ 2,7 milhões em propinas pagas em espécie pelas concessionárias de pedágio do Paraná e por outras empresas que mantinham interesses no governo.

2 prisões

2 buscas e apreensões

05/12/2018

57.ª fase - Sem Limites

Um esquema criminoso com pagamento de US$ 31 milhões a funcionários da Petrobras foi alvo da 57ª fase da Operação Lava Jato, realizada no dia 5 de dezembro. O valor, segundo a força-tarefa do MPF, está relacionado à compra e a venda de petróleo e derivados envolvendo a Petrobras e empresas estrangeiras. A Justiça Federal no Paraná expediu 37 ordens judiciais, que são cumpridas pela PF (Polícia Federal). As ordens são cumpridas no Paraná e no Rio de Janeiro. Além da compra e venda de petróleo e derivados, a Lava Jato também investiga irregularidades envolvendo a locação de tanques de armazenagem em contratos da Petrobras e as empresas estrangeiras.Local: parte do Paraná do site da Lava Jato.

11 prisões

26 buscas e apreensões

23/11/2018

56.ª fase - Sem Fundos

A pedido da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná e da Polícia Federal (PF), a 13ª Vara Federal de Curitiba expediu e a PF cumpriu, na manhã do dia 23 de novembro diversos mandados de prisão e busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. O objetivo é aprofundar as investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e organização criminosa em esquema relativo à construção da sede da Petrobras em Salvador (BA), denominada Torre Pituba. O esquema de contratações fraudulentas e pagamentos de vantagens indevidas se estendeu de 2009 a 2016.

22 prisões

68 buscas e apreensões

26/09/2018

55.ª fase - Integração II

Fase foi deflagrada para aprofundar as investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, estelionato e peculato em esquema relacionado à administração das rodovias federais no Paraná. Os alvos das medidas são as seis concessionárias que administram o Anel de Integração do Paraná: Econorte, Ecovia, Ecocataratas, Rodonorte, Viapar e Caminhos do Paraná, além de intermediadores e agentes públicos corrompidos beneficiários do esquema.

19 prisões

73 buscas e apreensões

25/09/2018

54.ª fase - Conexão Lisboa

A partir de um pedido de cooperação internacional feito pelo Ministério Público Federal, foi realizada a segunda etapa da Lava Jato realizada no exterior. A fase foi deflagrada para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao operador financeiro Mario Ildeu de Miranda, que já tinha sido alvo da 51ª fase da operação, realizada no dia 8 de maio. Investigações revelaram o pagamento de propina superior a US$ 56,5 milhões entre 2010 e 2012 pela Odebrecht, com o auxílio de Miranda.

5 buscas e apreensões

11/09/2018

53.ª fase - Piloto

O objetivo desta fase é aprofundar investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação referentes à duplicação da PR-323, favorecendo a empresa Odebrecht. Conforme apontaram as investigações e a denúncia recentemente oferecida pelo MPF, empresários do grupo Odebrecht realizaram, no primeiro semestre de 2014, um acerto de subornos com o ex-chefe de gabinete do ex-governador Beto Richa, para que este limitasse a concorrência da licitação para duplicação da PR-323, entre os municípios de Francisco Alves e Maringá. Em contrapartida, a Odebrecht pagaria R$ 4 milhões a ele e ao seu grupo.

3 prisões

32 buscas e apreensões

21/06/2018

52.ª fase - Greenwich

A pedido da força-tarefa Lava Jato do MPF/PR, foram cumpridos na quinta-feira, 21 de junho, nove mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária. As medidas estão relacionadas com a investigação de crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro que envolvem o ex-diretor da Petroquisa, Djalma Rodrigues de Souza, e seus familiares. Com o aprofundamento das investigações decorrentes da 46.fase da Lava Jato, deflagrada em outubro de 2017, foram encontrados indícios de envolvimento de outros agentes nos crimes praticados por Djalma Rodrigues, incluindo integrantes de sua família.

2 prisões

9 buscas e apreensões

08/05/2018

51.ª fase - Deja Vu

Além de diversos mandados de busca e apreensão, também são cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e dois de prisão temporária contra três ex-funcionários da Petrobras e três operadores financeiros. Um dos operadores se apresentava como intermediário de valores destinados a políticos vinculados ao então Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). As investigações apontaram pagamento de propina que se estendeu de 2010 até pelo menos o ano de 2012 e superou o montante de US$ 56,5 milhões, equivalentes atualmente a cerca de R$ 200 milhões. Essas vantagens indevidas relacionam-se à obtenção fraudulenta de contrato de mais de US$ 825 milhões, firmado em 2010 pela Petrobras com a construtora Norberto Odebrecht.

6 prisões

17 buscas e apreensões

22/03/2018

50.ª fase - Sothis II

A partir de pedidos formulados pelo Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão durante a 50ª fase da operação Lava Jato, batizada de Sothis II. As medidas estão sendo cumpridas nos estados de São Paulo e Bahia, e são um complemento da 47ª fase, deflagrada em novembro do ano passado. Um dos focos da investigação é a empresa do ramo de engenharia Meta Manutenção e Instalações Industriais Ltda, suspeita de efetuar pagamentos de propinas que totalizaram a quantia de R$ 2.325.000,00 em benefício do ex-gerente da Transpetro, José Antônio de Jesus, que se encontra atualmente cumprindo prisão preventiva em Curitiba.

3 buscas e apreensões

09/03/2018

49.ª fase - Buona Fortuna

A operação deflagrada nesta data foi deflagrada para cumprir 10 mandados de busca e apreensão em Curitiba, São Paulo, Guarujá (SP) e Jundiaí (SP). As investigações apontam o pagamento de propina no valor de R$ 135 milhões em obras que envolveram a construção da Usina de Belo Monte, no Pará. Entre os alvos de mandados de busca e apreensão estão a casa e o escritório de Antônio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, da Agricultura e do Planejamento e ex-deputado federal.

9 buscas e apreensões

22/02/2018

48.ª fase - Integração

Os alvos desta fase da Operação Lava Jato são servidores públicos e empresas investigadas por corrupção, lavagem de dinheiro, associação criminosa e peculato, suspeitos de participar de um esquema de fraude na gestão das concessões rodoviárias federais no Estado do Paraná. As diligências ocorrem nos municípios de Londrina, Curitiba, Jataizinho, Paranavaí, Balneário Camboriú, Rio de Janeiro e São Paulo.

6 prisões temporárias

55 buscas e apreensões

2018

19/12/2017

Força tarefa assina acordo de leniência com Keppel Fels

A força-tarefa da operação Lava Jato no MPF/PR firmou acordo de leniência com a empresa Keppel Fels Brasil, envolvendo diversos atos ilícitos praticados por empresas do conglomerado Keppel. O acordo, firmado no dia 19 de dezembro, ainda será submetido à homologação da Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (5CCR/MPF). A leniência celebrada com autoridades do Brasil, Estados Unidos e Singapura prevê o pagamento de multa de aproximadamente R4 1,4 bilhão, sendo que deste total, R$ 692.435.847,20 serão integralmente destinados ao ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos do Brasil.

27/11/2017

Prisão do gerente do banco BSI

Provas levantadas durante a investigação apontam que David Muino Suarez, na qualidade de gerente de relacionamento bancário do Banco BSI, atuou na constituição de offshores junto ao Grupo Mossack Fonseca no Brasil, e na abertura de contas bancárias em nome dessas offshores na referida instituição financeira. Ele foi acusado pelo MPF pelo crime de lavagem de dinheiro de pelo menos US$ 21, 7 milhões proveniente de contrato de aquisição de 50% dos direitos de exploração do campo de petróleo de Benin, África, pela Petrobras, no ano de 2011.

1 prisão preventiva

21/11/2017

47.ª fase - Sothis

Operação teve como alvo o ex-gerente da Transpetro, José Antonio de Jesus. Ele e seus familiares são suspeitos de negociar o recebimento de R$ 7 milhões em propinas pagas pela empresa NM Engenharia, em troca de ser favorecida em contratos com a subsidiária da Petrobras. O valor, conforme o MPF, foi pago mensalmente em benefício do Partido dos Trabalhadores (PT) e recebido entre setembro de 2009 e março de 2014.

1 prisão temporária

5 conduções coercitivas

8 buscas e apreensões

20/10/2017

46.ª fase

A pedido do MPF/PR a Polícia Federal deflagrou a 46ª fase da Lava Jato em Curitiba no dia 20 de outubro. Com o aprofundamento das investigações, revelou-se a prática de crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro em contratos firmados pela empreiteira Odebrecht com a Petroquímica Suape e com a Citepe, ligadas à Petroquisa, um braço petroquímico da Petrobras. Pagamento de propinas no exterior ultrapassa R$ 32 milhões; pagamentos sob investigação foram feitos entre 2008 e 2014.

1 prisão preventiva

1 prisão temporária

1 condução coercitiva

4 buscas e apreensões

23/08/2017

45.ª fase – Abate II

Em nova fase da operação Lava Jato, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão decorrentes do aprofundamento das investigações da 44ª fase da operação, envolvendo corrupção de empresas estrangeiras na Petrobras. Investiga-se a atuação de outros envolvidos na contratação, mediante o pagamento de propinas a funcionários públicos e agentes políticos, do fornecimento de asfalto pela empresa estrangeira Sargeant Marine.

4 buscas e apreensões

18/08/2017

43.ª e 44.ª fases – Sem Fronteiras e Abate

Em novas fases da operação Lava Jato, deflagradas nesta sexta-feira (18), são cumpridos mandados de busca e apreensão, condução coercitiva e prisões temporárias decorrentes de duas investigações envolvendo corrupção de empresas estrangeiras na Petrobras. A primeira é referente à facilitação da contratação de armadores gregos para o fretamento de navios, tendo como contrapartida o pagamento de vantagens indevidas aos envolvidos; e a segunda relativa à contratação do fornecimento de asfalto pela empresa estrangeira Sargeant Marine à estatal petrolífera, mediante o pagamento de propinas a funcionários públicos e agentes políticos.

6prisões (3 prisões cumpridas, 2 em suspenso porque alvos estão no exterior e 1 mandado revogado)

11conduções coercitivas

29 buscas e apreensões

27/07/2017

42.ª fase – Cobra

O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine é preso na operação deflagrada pela PF a pedido do MPF/PR. Bendine é suspeito de receber R$ 3 milhões da Odebrecht para favorecer a empresa em contratos junto a estatal petrolífera. PF prendeu outras duas pessoas, suspeitas de operar a propina para Bendine: os irmãos André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Junior.

3prisões

11 buscas e apreensões

26/05/2017

41.ª fase – Poço Seco

Polícia Federal (PF) cumpre mandados da 41ª fase da Operação Java Jato em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo na manhã desta sexta-feira (26). A operação foi batizada de "Poço Seco". Foram expedidos 13 mandados judiciais, sendo oito de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), os focos principais da operação são um ex-gerente da área internacional e um ex-banqueiro, suspeitos de terem recebido mais de US$ 5,5 milhões em propinas da empresa Companie Beninoise des Hydrocarbures SARL (CBH).

2prisões

3conduções coercitivas

8 buscas e apreensões

04/05/2017

40.ª Fase - Asfixia

A Polícia Federal, a pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), cumpriu mandados de prisão preventiva, temporária, buscas e apreensão e condução coercitiva em nova fase da Operação da Lava Jato. O foco são três ex-gerentes da área de Gás e Energia da Petrobras, suspeitos de receberem mais de R$ 100 milhões em propinas de empreiteiras que eram contratadas pela estatal, além de operadores financeiros que utilizaram empresas de fachada para intermediar propina. São investigados crimes de fraude à licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas em mais de uma dezena de licitações de grande porte da Petrobras que foram fraudadas pelo grupo criminoso.

4prisões

5conduções coercitivas

16 buscas e apreensões

28/03/2017

39.ª Fase – Paralelo

Esta fase evidencia a sofisticação dos esquemas de lavagem de dinheiro utilizados para o pagamento de propina decorrente de contratos da Petrobras. Com reforço especial de provas obtidas por meio de cooperação com autoridades suíças, foram expedidos um mandado de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão para cumprimento no Rio de Janeiro. Os alvos desta fase são o ex-gerente executivo da estatal petrolífera, Roberto Gonçalves, e pessoas físicas e jurídicas ligadas à corretora de valores Advalor Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda (Advalor).

1prisão

5 buscas e apreensões

23/02/2017

38.ª Fase – Blackout

Operação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva no Estado do Rio de Janeiro/RJ. Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro dentre outros. A ação policial tem como alvo principal a atuação de operadores financeiros identificados como facilitadores na movimentação de recursos indevidos pagos a integrantes das diretorias da Petrobras.

2prisões

16 buscas e apreensões

13/01/2017

Acordo transnacional com a Rolls-Royce

Assinatura de acordo transnacional com a empresa Rolls-Royce.

2017

01/12/2016

MPF firma acordos de leniência com Odebrecht e Braskem

Nos dois acordos, as empresas revelaram e se comprometeram a revelar fatos ilícitos apurados em investigação interna, praticados na Petrobras e em outras esferas de poder, envolvendo agentes políticos de governos federal, estaduais, municipais e estrangeiros. Tais ilícitos, no âmbito do grupo Odebrecht, eram realizados com o apoio do setor de operações estruturadas, que teve suas atividades denunciadas pela operação Lava Jato.

17/11/2016

37.ª Fase: Calicute

Em ação coordenada entre as forças-tarefas do Ministério Público Federal (MPF) da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e Curitiba, em conjunto com a Polícia Federal e a Receita Federal, foi desencadeada nesta quinta-feira, 17 de novembro, a Operação Calicute. O objetivo é aprofundar investigações sobre organização criminosa chefiada pelo ex-governador Sérgio Cabral.

3prisões

14 buscas e apreensões

10/11/2016

36.ª Fase: Dragão

A pedido da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR) são cumpridos nesta quinta-feira, 10 de novembro, mandados prisão e de busca e apreensão com o objetivo de apreender documentos e outras provas relacionadas a atuação criminosa de Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran, operadores financeiros.

2prisões

18buscas e apreensões

26/10/2016

Prisão de empresário no Aeroporto Internacional de Guarulhos

O pedido de prisão, formulado pela força-tarefa do MPF no Paraná, apontou existência de fortes indícios de que o empresário Mariano Marcondes Ferraz, vinculado aos grupos Trafigura e Decal, praticou crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

1prisão

1busca e apreensão

19/10/2016

Prisão de Eduardo Cunha

Atendendo um pedido da força-tarefa Lava Jato em Curitiba, a Justiça Federal expediu mandado de prisão preventiva contra o ex-deputado federal Eduardo Cunha.

1prisão

26/09/2016

35.ª Fase: Omertá

Nova etapa deflagrada prendeu ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda, Antônio Palocci, para aprofundar apuração sobre recebimento de propinas. Investigação analisou celulares e-mails e arquivos eletrônicos relacionados a executivos da Odebrecht que atuavam no Setor de Operações Estruturadas que existiu na empreiteira.

3prisões

15conduções coercitivas

27buscas e apreensões

22/09/2016

34.ª Fase: Arquivo X

Alvos desta fase foram as empresas Mendes Junior e OSX Construção Naval S/A além de executivos envolvidos na contratação das plataformas P-67 e P-70 da Petrobras. Ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega também foi detido mas teve a prisão revogada.

8prisões

8conduções coercitivas

33buscas e apreensões

02/08/2016

33.ª Fase: Resta Um

Investigações indicam que empresários da Queiroz Galvão pagaram valores indevidos em favor de altos funcionários das diretorias de Serviço e Abastecimento da Petrobras. Indícios também apontam pagamento de pelo menos R$ 10 milhões em propinas para evitar que as apurações da CPI de 2009 tivessem sucesso.

3prisões

6conduções coercitivas

23buscas e apreensões

07/07/2016

32.ª Fase: Caça Fantasmas

Nesta fase foram cumpridas medidas cautelares para obter provas adicionais da atuação de organização criminosa internacional. Esta organização praticou crimes financeiros ao operar, no Brasil, sem autorização, o banco panamenha FPB, e usou os serviços da Mossak Fonseca para constituir offshores a clientes e ocultar a propriedade dos recursos.

7conduções coercitivas

10buscas e apreensões

04/07/2016

31.ª Fase: Abismo

Operação foi deflagrada para obtenção de provas adicionais de crimes de organização criminosa, cartel, fraudes licitatórias, corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de contratos da Petrobras, em especial do contrato celebrado pelo Consórcio Novo Cenpes para construção do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello, no Rio de Janeiro.

5prisões

7conduções coercitivas

23buscas e apreensões

24/05/2016

30.ª Fase: Vício

Esta fase apurou a atuação de três grupos de empresas que teriam utilizado operadores e contratos fictícios de prestação de serviços para repassar recursos às diretorias de Serviço e Abastecimento da Petrobras. Também foram cumpridos mandados para apurar pagamentos indevidos a um executivo da Área Internacional da estatal, em contratos firmados para aquisição de navios-sonda.

2prisões

28conduções coercitivas

9buscas e apreensões

23/05/2016

29.ª Fase: Repescagem

Operação prendeu João Claudio Genu, ex-assessor do ex-deputado federal José Janene e tesoureiro do Partido Progressista (PP) que, mesmo já tendo sido condenado no Supremo Tribunal Federal no julgamento do caso Mensalão, continuou recebendo repasses mensais de propina por meio do esquema da Petrobras.

3prisões

6buscas e apreensões

12/04/2016

28.ª Fase: Vitória de Pirro

Investigações apontaram a existência de fortes indícios de que o ex-senador Gim Argello teria atuado de forma incisiva para evitar a convocação de empreiteiros para prestarem depoimento em duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) no ano de 2014. Ele teria cobrado pagamento indevidos travestidos de doações eleitorais oficiais em favor de partidos de sua base de sustentação.

3prisões

5conduções coercitivas

14buscas e apreensões

01/04/2016

27.ª Fase: Carbono 14

Nesta operação foram presos Ronan Maria Pinto, dono do Diário do ABC e empresário do setor de transportes, além de Silvio Pereira, ex-secretário do PT. Conforme as investigações, Ronan teria recebido R$ 6 milhões dos R$ 12 milhões obtidos em negócios que envolvem a Petrobras e o Banco Schahin.

2prisões

2conduções coercitivas

8buscas e apreensões

22/03/2016

26.ª Fase: Xepa

Desdobramento da 23.ª fase, a investigação apontou que um dos grupos empresariais envolvidos nos desvios da Petrobras possuía um esquema de contabilidade paralela, destinado ao pagamento de vantagens indevidas a terceiros, vários deles com vínculos diretos ou indiretos com o poder público em diversas esferas.

15prisões

28conduções coercitivas

67buscas e apreensões

21/03/2016

25.ª Fase: Polimento

Primeira fase internacional da Operação Lava Jato, a partir da continuidade às investigações de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro de recursos oriundos da Petrobras. O empresário Raul Schmidt Felipe Junior foi preso em Portugal, numa atuação conjunta entre autoridades brasileiras e portuguesas.

1prisão

08/03/2016

Condenação Marcelo Odebrecht

Empresário Marcelo Odebrecht e outras oito pessoas envolvidas nos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro são condenadas pelo juiz da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba.

04/03/2016

24.ª Fase: Alethéia

Operação aprofundou a investigação de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro oriundos de desvios de recursos da Petrobras, praticados por meio de pagamentos dissimulados feitos por José Carlos Bumlai e pelas construtoras OAS e Odebrecht a investigados na Lava Jato.

11conduções coercitivas

33buscas e apreensões

22/02/2016

23.ª Fase: Acarajé

Medidas cautelares foram cumpridas em relação a três grupos: um empresarial responsável pelo pagamento de vantagens indevidas, um operador, que cuidada do repasse dos valores, e um núcleo recebedor. Nesta fase foram presos João Santana, marqueteiro político, e sua esposa, Mônica Moura, além do operador Zwi Skornicki e outros envolvidos no esquema.

8prisões

5conduções coercitivas

38buscas e apreensões

27/01/2016

22.ª Fase: Triplo X

Nesta etapa verificou-se uma estrutura criminosa para proporcionar aos investigados a abertura de empresas off-shore e contas no exterior para ocultar e dissimular o produto de crimes de corrupção praticados no âmbito da Petrobras. Além disso, descobriu-se a ocultação de patrimônio através de um empreendimento imobiliário e levantou-se suspeitas de que uma das empreiteiras valeu-se do negócio para repassar propina a agentes envolvidos do esquema criminoso.

6prisões

2conduções coercitivas

15buscas e apreensões

2016

24/11/2015

21.ª Fase: Passe Livre

Fase em que foi preso o pecuarista José Carlos Bumlai, e que investigou o pagamento de propina e fraude em licitações na contratação de navios-sonda pela Petrobras. Conforme foi apurado, ocorreram complexas medidas de engenharia financeira realizadas pelos investigados com o objetivo de ocultar a real destinação dos valores indevidos a agentes públicos e diretores da estatal.

1prisão

6conduções coercitivas

25buscas e apreensões

16/11/2015

20.ª Fase: Corrosão

Fase deflagrada a pedido do MPF teve como objetivo buscar provas documentais sobre crimes cometidos dentro da Petrobras. Duas pessoas foram presas temporariamente, um operador financeiro e um ex-gerente executivo da estatal petrolífera.

2prisões

2conduções coercitivas

7buscas e apreensões

22/09/2015

Condenação de André Vargas

Primeira condenação de um político, o ex-deputado federal André Vargas, em um dos processos decorrentes da Lava Jato. O ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

21/09/2015

19. ª fase: Nessum Dorma

Operação deflagrada a partir dos avanços realizados nas investigações das fases 15.ª, 16.ª e 17.ª e apontou que novos operadores intermediaram pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos e políticos no exterior, em decorrência de contratos celebrados na Diretoria Internacional da Petrobras.

04/09/2015

Denúncia contra José Dirceu

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e outras 16 pessoas são denunciadas pelo Ministério Público Federal pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Os crimes foram praticados no âmbito da Diretoria de Serviços da Petrobras.

17/08/2015

Acordo de Leniência Camargo Corrêa

Camargo Corrêa fecha acordo de leniência e seus executivos celebram acordo de colaboração premiada com o MPF, admitindo pagamento de suborno e formação de cartel em obras da Petrobras.

13/08/2015

18.ª fase: Pixuleco II

Operação foi uma continuação da Pixuleco, e identificou pagamento de vantagem indevida e desvio de recursos envolvendo contratos de crédito consignado junto ao Ministério do Planejamento. Por decisão do STF o caso foi desmembrado e remetido à Justiça Federal de São Paulo.

1prisão

10buscas e apreensões

03/08/2015

17.ª Fase: Pixuleco

O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu de Oliveira e Silva é alvo desta fase, junto com outros operadores do esquema de desvio de recursos da Petrobras. Mesmo cumprindo pena relacionada ao processo do Mensalão, foi identificado que o político continuava praticando crimes.

8prisões

6conduções coercitivas

26buscas e apreensões

28/07/2015

16.ª Fase: Radioatividade

Nesta data é deflagrada primeira operação para apurar os crimes formação de cartel e prévio ajustamento de licitações, além do pagamento de propina a empregados de outra empresa estatal, a Eletronuclear. Após decisão do STF o caso foi desmembrado e remetido à Justiça Federal do Rio de Janeiro.

2prisões

5conduções coercitivas

23buscas e apreensões

24/07/2015

Denúncia contra executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez

Força-tarefa do MPF em Curitiba oferece denúncia contra os executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, incluindo os presidentes das empresas pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro nacional e internacional, e corrupção ativa e passiva.

20/07/2015

Primeiras condenações de executivos

Justiça Federal condena primeiros executivos dentro da Operação. Três ex-funcionários da Camargo Corrêa são condenados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa.

02/07/2015

15.ª Fase: Conexão Mônaco

Nesta fase é preso o ex-diretor da Área Internacional da estatal petrolífera, Jorge Luiz Zelada, que precedeu Nestor Cerveró no cargo, inclusive no recebimento de vantagens ilícitas.

1prisão

4buscas e apreensões

19/06/2015

14.ª Fase: Erga Omnes

Duas grandes empreiteiras foram o alvo da deflagração da décima quarta fase. No dia 19 de junho, ocorreu a deflagração de operação que resultou na prisão de executivos das duas maiores empreiteiras do país: Odebrecht e Andrade Gutierrez. Entre os presos estão o presidente da Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo.

12prisões

9conduções coercitivas

38buscas e apreensões

15/04/2015

12.ª Fase

O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, é preso nesta fase, identificado como recebedor de vantagens ilícitas a partir de fraudes em contratos com a Petrobras.

2prisões

1condução coercitiva

1busca e apreensão

10/04/2015

11.ª Fase: A Origem

No mês de abril de 2015 ocorrem as primeiras prisões de ex-políticos dentro da Operação Lava Jato. Em sua décima primeira fase, os investigadores cumpriram mandados de prisão contra os ex-deputados André Vargas, Pedro Corrêa e Luiz Argôlo. Investigação apontou que, além dos fatos ocorridos no âmbito da Petrobras, desvios de recursos também ocorreram em outros órgãos públicos federais.

7prisões

9conduções coercitivas

16buscas e apreensões

16/03/2015

10.ª Fase: Que país é esse?

 

Denúncia envolvendo a Diretoria de Serviços da Petrobras

Nesta fase é preso pela segunda vez o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque. Investigações apontaram a prática de crimes de associação criminosa, uso de documento falso, corrupção ativa e passiva, além de fraude em processo licitatório e lavagem de dinheiro.

6prisões

12buscas e apreensões

 

No mesmo dia, 16 de março, foi oferecida denúncia referente à Diretoria de Serviços da Petrobras, envolvendo 27 pessoas que cometeram crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, incluindo o ex-diretor Renato de Souza Duque.

14/01/2015

8.ª Fase

O ano de 2015 começou com a deflagração da oitava fase da operação. No dia 14 de janeiro, ocorreu a prisão do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró após constatação de transações financeiras suspeitas na tentativa de se desfazer de seu patrimônio, entre elas realizações de transações imobiliárias de forma subfaturada.

1prisão

4buscas e apreensões

2015

23/12/2014

Primeira denúncia envolvendo a Diretoria Internacional da Petrobras

MPF oferece primeira denúncia envolvendo a Diretoria Internacional da Petrobras, e seu ex-diretor, Nestor Cuñat Cerveró e mais duas pessoas, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas na contratação de dois navios-sonda pela Petrobras.

11/12/2014

Denúncias contra seis empreiteiras e seus executivos

Força-tarefa Lava Jato em Curitiba oferece denúncias contra seis empreiteiras, seus executivos e outras pessoas envolvidas no mega esquema de desvio de recursos da Petrobras. Ao todo, foram denunciados 36 pessoas, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

19/11/2014

Pedro Barusco fecha acordo de delação premiada

Ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco fecha acordo de delação premiada e se compromete a devolver aos cofres públicos cerca de R$ 182 milhões, o maior valor já repatriado da história do Brasil.

14/11/2014

7.ª Fase: Juízo Final

Prisões dos primeiros empreiteiros e novos operadores do esquema de desvio de recursos da Petrobras. Na mesma operação foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigados.

27prisões

9conduções coercitivas

49buscas e apreensões

22/10/2014

Primeiros executivos fecham acordos de colaboração

Primeiros executivos fecham acordos de colaboração dentro da Operação Lava Jato. São eles Augusto Ribeiro de Mendonça Neto e Júlio Gerin de Almeida Carvalho, representantes do grupo Toyo Setal. A empresa também assinou o primeiro acordo de leniência das investigações.

20/10/2014

Primeira sentença dos processos relativos à Operação Lava Jato

Nesta data é proferida a primeira sentença dos processos relativos à Operação Lava Jato. Na ação penal foi imputado os crimes de lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico internacional de drogas e evasão de divisas. Três pessoas foram condenadas: Carlos Habib Chater, Rene Pereira e André Catão de Miranda.

24/09/2014

Alberto Youssef assina acordo de colaboração premiada

Doleiro Alberto Youssef, outra peça-chave nas investigações, assina acordo de colaboração premiada com a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF).

02/09/2014

6.ª Fase

1condução coercitiva

11buscas e apreensões

agosto/2014

Paulo Roberto Costa firma acordo de colaboração premiada

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, firma acordo de colaboração premiada em agosto de 2014. Homologação ocorre no dia 30 de setembro.

01/07/2014

5.ª Fase

1prisão

1condução coercitiva

7buscas e apreensões

11/06/2014

4.ª Fase

Menos de um mês após ter sido solto, Paulo Roberto Costa é preso pela segunda vez na Lava Jato. A Força-Tarefa Lava Jato pediu a prisão após constatar risco de fuga devido a identificação de contas sob sua titularidade na Suíça com depósitos de até US$ 23 milhões.

19/05/2014

STF determina soltura de Paulo Roberto Costa e suspende inquéritos e ações penais na Justiça Federal do Paraná

Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa é solto, atendendo uma reclamação protocolada por sua defesa. Na mesma decisão, o ministro Teori Zavascki suspendeu todos os inquéritos e ações penais decorrentes da operação que tramitavam na Justiça Federal do Paraná.

21 a 25/04/2014

Primeiras denúncias da Força-tarefa do MPF-PR

Força-tarefa do MPF-PR oferece as primeiras denúncias contra os investigados na Lava Jato e, com a Justiça acatando as acusações, foram conhecidos os primeiros réus da operação.

11/04/2014

3.ª Fase

2prisões

6conduções coercitivaa

15buscas e apreensões

20/03/2014

2.ª Fase

Primeira prisão do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Apreensão de Land Rover apontou intensa relação entre o engenheiro e o doleiro Alberto Youssef com interesse em diversos negócios ilícitos.

1prisão

6buscas e apreensões

17/03/2014

1.ª Fase

Primeira operação deflagrada em março de 2014 – investigação apontou atuação de quatro doleiros que comandavam quatro núcleos que trocavam informações e práticas ilícitas entre si. Entre os presos, os quatro doleiros: Nelma Kodama, Raul Srour, Alberto Youssef e Carlos Habib Chater.

28prisões

19conduções coercitivas

81buscas e apreensões

2014