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Amapá

Indígenas
28 de Julho de 2019 às 15h20

TI Wajãpi: MPF reúne órgãos públicos para criação de gabinete de gerenciamento de crise

Finalidade da atuação conjunta é esclarecer os fatos acerca da morte de um indígena

Na foto, autoridades reunidas ao redor de uma mesa

Reunião de formação do gabinete de crise ocorreu na manhã deste domingo. (Foto: Ludimila Miranda - Ascom MPF)

Na manhã deste domingo (28), o Ministério Público Federal (MPF) reuniu-se com outros cinco órgãos para a formação de gabinete de gerenciamento de crise. A finalidade do grupo interinstitucional é esclarecer as circunstâncias da morte de um indígena ocorrida na Terra Indígena (TI) Wajãpi. Na oportunidade, a Polícia Federal informou que o efetivo enviado para a TI, na noite deste sábado, estaria se dirigindo ao local exato da ocorrência no início da tarde. Além do MPF e da PF, integram o grupo MP estadual, Secretaria de Justiça e da Segurança Pública do Amapá, Exército e a Fundação Nacional do Índio (Funai).

Na reunião, as autoridades policiais informaram que não é descartada nenhuma hipótese para a homicídio*, tampouco se pode afirmar a autoria do crime, neste momento. A suposta presença de garimpeiros e de outros grupos na região está sendo investigada. A atuação conjunta vai permitir que as instituições trabalhem de forma integrada para evitar informações desencontradas. Cada órgão se dispôs a colaborar dentro das suas competências.

A morte da liderança indígena, sob circunstâncias ainda não esclarecidas, ocorreu na última segunda-feira (22). O corpo teria sido encontrado, no dia seguinte, em um rio da região. Pessoas que não pertencem a nenhuma etnia teriam sido vistas na área por indígenas. O MPF instaurou procedimentos para apurar as informações recebidas desde a noite da última sexta-feira (26).

Participaram da reunião no MPF, os procuradores da República Rodolfo Lopes e Joaquim Cabral, o superintendente da Polícia Federal Dorival Ranucci, o delegado da PF Victor Arruda, a procuradora-geral de Justiça Ivana Cei, o general do Exército Viana Filho, o secretário de segurança pública Coronel Carlos Souza e os representantes da Funai Joenes Guimarães e João Vilhena.

*Uma das possíveis causas da morte. As investigações prosseguem.

Notícia atualizada em 1º de agosto de 2019, às 11h30min

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